Adoro festa, e o carnaval é com certeza uma das minhas preferidas. Gosto de pular no meio do povo. Gosto do frevo. Gosto até das guerras de farinhas (só não inclua nelas).
Entretanto, apesar do clima de total brincadeira, sempre aparecem idiotas (sim, eles estão em todos os lugares, durante todo o tempo) fazendo o que melhor lhes cabem, idiotices. Sejam assaltos, brigas, dirigir bêbado ou simplesmente soltar piadas para ofender quem só está se divertindo.
Que idiotas assim não estraguem a festa de nenhum de vocês. Mais importante, não seja um idiota.
Caso seja um idiota, parafraseio Lilly Alen, “Fuck you very very much”.
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Dizem que a vida é um jogo.
Até agora, não entendi muito bem as regras, mas não acredito que haja vencedores, muito menos perdedores.
Ou viver talvez nem seja um jogo e nós nem estejamos vivendo.
Acessando o Kibe Loco, vi um vídeo legal. Era uma versão a cappella de Poker Face. O vídeo é hilário e me motivou a procurar outros do tipo.
Mas antes, deixe-me dizer o que vem a ser "a cappella".
O termo tem origem italiana e a tradução ao pé da letra seria "como na capela".
Mas que diabos de "capela" é essa?
Uma pequena igreja católica mesmo. Nessas igrejas os cânticos eram feitos somente com a voz humana sem mais instrumento algum.
Por isso, quando dizemos que algo foi cantado a cappella, significa que não houve instrumentos tocando, somente as pessoas cantando mesmo.
O estilo saiu das igrejas e hoje há até campeonatos de grupos nos EUA. Alguns são bem divertidos, como esses aqui:
Mas, para quem tem critividade e mais nada para fazer como esse cara, pode fazer sozinho (com ajuda do PC, lógico) versão a cappella (muito massa!) de várias músicas.
E é claro, o Poker face de Lady Gaga numa versão divertidíssima:
Não.
Este é um vídeo de Keith Louti, gravado numa praia australiana durante uma ação do Greenpeace.
A forma como se dar o foco cria a ilusão de miniatura.
Legal, não é?
Ah, a música tocada é Helpless.